18/09/2014

Uma emoção tremenda

Olhe, ah ah, ai, não consigo explicar. Uma emoção tremenda. Porque é assim: eu ia para o Parque Nascente; saía-me caro ir para lá com a minha filha em transportes. 
Graças a Deus. Muito obrigada, Primark em Matosinhos. Estou emocionada, não consigo falar mais nada. Estou contente, Primark em Matosinhos, a sério, do fundo do meu coração.

Quando os ordenados são baixos, todos os cêntimos contam. Aquilo que esta senhora poupa em transportes permite-lhe comprar mais uma camisola ou uns cinco pares de meias. Porque na Primark é tudo muito mais barato e qualidade não fica a dever assim tanto às outras marcas.

Se em toda a cadeia de produção e distribuição as pessoas trabalharem em boas condições e forem bem tratadas, então eu, tal como esta senhora, estou contente, a sério, do fundo do coração.

17/09/2014

Eu cá não sou supersticioso

Desde que recebi a minha nova camisola do Sporting, que anseio por vesti-la num jogo com a grandeza que o justifique. Para dar sorte, supostamente.

Ora, aguentei-me até cerca dos 75 minutos de jogo, altura em que decidi tirar, não fosse a camisola estar a dar azar. Passados 5 minutos, o Sporting marca golo! Começo a conjeturar explicações e auto-convenço-me de a vestir sempre em todos os jogos e despi-la quando a sorte dos jogos não estiver do meu lado.

Eis senão quando nos últimos segundos de jogo e quando nada já o fazia prever, os dois centrais cometem erros. E um filho de uma grandessíssima mulher de um ex-jogador do Porto e Benfica marca um golo.

Foi para aprender a não ser supersticioso. No próximo jogo deixo-me estar com a camisola vestida o tempo todo, só para ver no que dá.