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16/05/2013

So you think you can blog - the ice cream girl


Autora: Sofia Moreira
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Entre quatro paredes

Passamos toda a nossa vida entre quatro paredes. Não literalmente, umas vezes são quatro, outras mais, outras menos. Algumas vezes não há paredes de betão, de pedra, de tijolo, de madeira, mas outras muito mais resistentes, as do preconceito, da obrigação moral, das falsas aparências e, principalmente, as de espelhos. Estas são, talvez, as mais limitantes e restringentes; quem sabe?
São essas altas muralhas que definem os nossos atos e comportamentos. Por vezes, elas encontram-se sob a forma de pessoas; outras vezes, têm gravada em cada bloco que as constitui a palavra "liberdade"; outras, são apenas fruto da nossa imaginação.

Quando vejo alguém sozinho, quer seja a almoçar, a ler, ou apenas envolvido nos seus  pensamentos, tenho uma imensa vontade de ir lá e perguntar, do nada, "Qual é a tua história?". Será a tua como a minha? Há sempre uma história; existe sempre uma razão.

Ou serão as tuas paredes demasiado próximas, tanto que te sufocam? Ou serão as tuas paredes demasiado opacas, tanto que não te permitem, de forma alguma, vislumbrar o que se encontra para lá delas? 

Ou serão as tuas paredes espelhadas o que te prende entre os infindáveis reflexos daquilo que simplesmente não queres ver?

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Este post surge na sequência do passatempo So you think you can blog. Pretende-se dar espaço a blogues com poucos seguidores de darem a conhecer os seus dotes. Críticas tipo Ídolos são aceites. Críticas construtivas são bem-vindas. Visitas e novos seguidores ao blogue mencionado são super-bem-vindos.

26/04/2013

So you think you can blog - Walking on the rainbow


Post original: Menos mulheres, menos
Autora: Joaninha
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Menos mulheres, menos

Hoje o motorista do autocarro deu-me os Parabéns. Eu estive quase para dizer que não fazia anos, mas depois lá me lembrei... É Dia da Mulher.

Tenho uma relação de amor-ódio com este dia. Porque se é verdade que ele representa a luta pelos direitos das mulheres e as suas conquistas num mundo que se fazia de homens, também é verdade que, se este dia ainda é comemorado, é sinal de que algo ainda não está como deveria. A igualdade ainda não se faz sentir por todo o lado. Em alguns contextos as mulheres ainda são a excepção, e não a regra.

À parte disso, é um bocado triste ver a reacção de muitas mulheres perante este dia. Não partem um prato durante o resto do ano, mas neste dia decidem todas soltar a franga e ir para a rua mostrar como são independentes e emancipadas. É um bocadinho como as paradas gay. Não havia necessidade nenhuma de ir para a rua mostrar ao mundo, com escandaleira e figuras tristes, como se sentem felizes por a natureza lhes ter dado mais um cromossoma X. Há maneiras bem melhores, e essas sim, importantes, de o fazer.

E isto remete-nos para uma temática importante, e algo assustadora: no Dia da Mulher, mais propriamente na noite, os bares e discotecas rebentam pelas costuras, acolhendo dois tipos de espécimes:
- as mulheres que se produzem todas com outfits da Pimkie 6 tamanhos abaixo, se embebedam como gente grande e acabam a noite a dançar kizombada, e a roçar-se a tudo o que mexa, numa tentativa desesperada de encontrar uma pilinha para brincar esta noite;
- os homens esfomeados que vão tentar a sua sorte junto das sujeitas descritas acima (na maioria dos casos, é aqui inserida a ajuda do fiel amigo Casal Garcia, ou outro que tal).

E assim, digo eu, não se mostra nada, não se transmite nada, não se passa a imagem que se quer passar. 

Pela parte que me toca, prefiro não pôr um pé fora de casa.

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18/04/2013

So you think you can blog - E a outra metade também


Blogue: E a outra metade também
Post original: Ensaio
Autora: Tânia
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Ensaio

 Desde sempre existiu a necessidade de se dividir o Tempo em unidades distintas, de modo a ordenar sequências de eventos. O modo como os nossos antepassados concretizaram essa repartição é para nós um dado adquirido, mas será infalível?
 Sabemos que um dia "foi feito" para ter vinte e quatro horas, cada hora teria sessenta minutos e assim por diante... Mas se isto fosse mesmo verdade, nunca nos queixaríamos do facto de a) o dia não ter sido longo o suficiente para cumprir todas as tarefas, ou  b) o dia ter sido tão entediante/desesperante que parecia não ter fim.
  
 Proponho que se oficialize uma forma de classificação do Tempo paralela à tradicional: o Tempo segundo os apaixonados e o Tempo segundo os não-apaixonados. É uma concepção muito simples e caso se pertença ao primeiro grupo é ainda mais fácil entender o conceito. (E para que não haja mal-entendidos é importante notar que se pode estar apaixonado de diferentes maneiras e feitios).
 Quem já deu por si a desejar mais uns minutos perto de quem ama, a pensar que a manhã chegou muito cedo e não apetece acordar, a desiludir-se porque  "oh-já-são-estas-horas?-a-conversa-estava-tão-boa-que-o-tempo-passou-a-correr"? Eu já, vezes sem conta. Este é o Tempo daqueles que são enamorados pela vida. A estes o Tempo nunca chega para mais um beijo, um sonho ou uma gargalhada. 
 Mas o que será que se sucede com os não-apaixonados? Para estas pessoas o Tempo decorre lentamente, parece até que não passa. É costume existirem queixas, suspiros e até refilam... mas nada acelera o seu Tempo. É natural, todo o Tempo parece demasiado quando se está "des-apaixonado". Se não gostamos de uma tarefa (ou de alguém) o Tempo dedicado a ela é sempre interminável. Mas cuidado. Este Tempo também surge quando no fim da linha está o nosso propósito: uma viagem de onze quilómetros torna-se infindável se vamos ter com o namorado; o relógio pára de funcionar quando a aula é aborrecida e o Verão se começa a insinuar...  
 Será então que apaixonados e não-apaixonados partilham unidades de Tempo? Creio que não. O que acontece é que faltar a uma aula porque a Primavera em breve termina e os dias estão mais quentes é estar-se "des-apaixonado" pela dormência e o desejo de se estar com a pessoa amada é estar-se "des-apaixonado" pela saudade.
 Apaixonados e não-apaixonados não partilham o Tempo, não; apaixonados e não-apaixonados são um só.

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11/04/2013

So you think you can blog - Verde Vermelho


Autora: Joana
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Os condutores de rotundas

Eu sei que sou, por si só, estranha e, por isso, este post não vos deve deixar com grande estranheza em relação à minha pessoa, mas eu desenvolvi uma teoria sobre alguns condutores.
Para mim, é muito claro que existem condutores de rotundas, isto é, pessoas que são cromas a conduzir no geral, mas que são estupidamente nabiças nas rotundas. O que caracteriza estes seres? Ora bem, entre os nabiceiros de rotundas temos aqueles que o são sem o saberem e que acham que estão a fazer tudo conforme manda a lei - os nabiceiros por natureza - e os outros que se fazem passar por isso, com o intuito de bater (melhor, serem batidos) para arranjar aquela suposta batidela que não estava lá para ser arranjada há séculos e que só apareceu com o leve toque dado agora na rotunda - os nabiceiros por chico-espertice.

Os nabiceiros por natureza são aqueles que circulam sempre pela direita - porque se deve circular sempre pela direita, sem exceções, assim lhes ensinou algum instrutor bêbedo -, que saem nas suas saídas sem dar sinal que indique a quem vai atrás deles ou quem está na próxima entrada na rotunda o que esperar daquele veículo, e aqueles que circulam sempre no meio da rotunda com o pisca para a esquerda. Quanto a estes, parece-me que são casos perdidos e nada mais há a fazer. Buzinar e insultar não resulta, porque eles irão alegremente continuar a fazer a sua viagem, colados ao volante, sem olharem para o lado ou para qualquer outra coisa que não seja a frente, enquanto ouvem uma rádio regional a passar músicas de há 30 anos.

Os nabiceiros por chico-espertice são os piores e só me apercebi deles quando, há tempos, estive a falar com um elemento da GNR, que é pai de um dos meus alunos. Ora, estes seres são aqueles que se fazem de desentendidos e circulam sempre pela direita; não porque não saibam que não é assim que se circula, mas porque têm a intenção que lhes batam no carro. E saem sempre a ganhar, sabem porquê? Porque a lei portuguesa define cegamente que quem circula à direita tem sempre prioridade - mesmo nas rotundas. Por isso, por toda a razão do mundo que tenham, se baterem numa rotunda num carro à vossa direita, a culpa, mesmo não sendo, será sempre vossa, que circulam corretamente na faixa do meio e estão a preparar-se para fazer a aproximação à direita para sairem na saída seguinte. Como sempre, nestas coisas, há sempre quem seja esperto e desempenhe este papel de "cromo" para ter direito a algum arranjo no carro. Reparem bem da próxima vez e vejam lá se, por vezes, quem faz estes papéis, não é gente nova, com carros novos batidos ou com carros velhos a precisar urgentemente de uma "cirurgia".

Portanto, acho que estamos de acordo que a minha teoria faz sentido e tem razão de ser. Estes seres existem e não são "farinha do mesmo saco". Entre uns e outros, acho que tenho mais dificuldade em suportar os últimos, porque detesto pessoas com manha; vendo bem, os primeiros, depois de uma fase inicial de enervamento, até me divertem. E palhaços por palhaços, prefiro sempre os que me fazem rir.

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Este post surge na sequência do passatempo So you think you can blog. Pretende-se dar espaço a blogues com poucos seguidores de darem a conhecer os seus dotes. Críticas tipo Ídolos são aceites. Críticas construtivas são bem-vindas. Visitas e novos seguidores ao blogue mencionado são super-bem-vindos.

05/04/2013

So you think you can blog - Estupidez Aleatória


Post original: Random Explanation
Autor: Rafael
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Random Explanation

Nenhuma estupidez pode ser entendida se houver lacunas quanto à integração do estúpido.

O estúpido, na pessoa do Rafael, é alguém assumidamente parvo. O Rafael não sabe ainda o que é ser gente e por isso ganhou o cognome supracitado.

Não pense o Leitor que uma alcunha desta envergadura se alcança de um dia para o outro, nada disso, o Rafael passou, ao longo da sua vida, por várias provações que reforçaram a ideia inicial da criança sem grandes chances de sobreviver num mundo onde a socialização é fundamental. É aliás na socialização que a estupidez do Rafael mais se exalta.

Desde cedo que o Rafael mostrou uma grande falha naquela coisa a que muitos chamam de “fazer amigos”. As culpas não podem ser atribuídas, mas se pudessem, a estupidez inata deste rapaz figuraria no topo das culposas.

Nascido no seio de uma nobre família, de raízes em ícones literários da língua portuguesa, Rafael nunca fez jus à sua herança intelectual, atacando-a com pujança e estupidez.

Descendente de um caixeiro-viajante que se deitava em todas as camas da Península Ibérica e Ilhas Britânicas, Rafael não legou, por ora, a capacidade do seu tetra-avô, um playboy totalmente equipado.

Recebeu, no entanto, genes britânicos que criaram nele uma estranha dileção pela Rainha Isabel II e um certo bem-querer pelo Reino Unido. Detentor de um inglês perfeito e de uma frieza bretã mais gelada que o mapa cor-de-rosa, Rafael reúne em si todas as apetências para se tornar num cidadão daquele Estado.

Portador de uma figura algo aterradora, Rafael nunca teve caminhos claros nas amarguras da socialização. Com falhas graves ao nível de toda e qualquer competência social, Rafael esteve largos anos sem saber o que era o outro. Não sendo, no entanto, o único na sua incestuosa família a carecer destas proficiências, é sem dúvida o caso mais grave e digno de registar.

Nados em berço de primos, todos os membros da família de Rafael possuem uma feição um tanto inibidora de tentativas de confabulação por parte dos outros indivíduos – o que, sem dúvida, fomentou as relações intrafamiliares – no entanto sempre conseguiram, com particular apetência, relacionar-se com o mundo exterior melhor que o jovem Rafael de então e de ora.

As dificuldades revelam-se, principalmente, no momento em que Rafael nasceu, dizem os médicos que o retiraram do ventre materno que o jovem Rafael limitou-se a olhar com ar altaneiro para aqueles que o trouxeram ao mundo, não proferindo um único som. Após um período de isolamento, regressou para perto da parentela que o acolheu com receio – as diferenças entre Rafael e o resto da família serrana eram evidentes.

Integrado com dificuldade no seio de uma família de parentes de Camilo Castelo Branco, Rafael lidou desde cedo, com racismo e antissemitismo. Convertido à força ao catolicismo (religião que abandonou assim que vieram as primeiras poluções noturnas), Rafael cumpria todos os rituais que aquela religião preceitua.

Cresceu no meio dos carris da Linha de Sintra, Rafael sempre conheceu o mundo do crime, especialmente o lado da vítima. Chegando a ser assaltado cerca de 8,3 vezes por dia, facto que, pode ter contribuído para o seu asco a nados africanos.

Já aos oito anos o Rafael mostrava uma completa ignorância pelo bem-estar dos outros, seguindo, devagarinho os passos de um qualquer serial killer. Como exemplo podia citar aquela vez em que o jovem Rafael atirou o primo de um muro abaixo, abrindo-lhe o crânio, mas isso seria uma minimização da atitude altiva que este indivíduo sempre demonstrou para com o outro.

Filho de um pai ausente e alcoólico, o jovem Rafael cresceu num ambiente propício à falha, uma incubadora de estupidez indissociável à personagem de que falo. Apanhou a sua primeira bebedeira aos dez anos, com o primo cuja cabeça havia sido esmagada contra o cimento, indo aproveitar o alcoolismo para as praias da Linha de Cascais numa madrugada do Verão de 2005.

O comportamento errático de Rafael não se limita a cabeças partidas e garrafas de bebidas espirituosas na Praia dos Pescadores, o jovem Rafael sempre gostou de ir mais longe, chegando mesmo a níveis próximos das recomendações de internamento em instituições psiquiátricas.

Manipulador, incongruente e um tanto ou quanto burro, o Rafael nunca foi bem-sucedido nas suas investidas contra a dura vida da socialização. Mesmo apesar da sua inata capacidade de, através das palavras, fazer os outros acreditar que sabe do que fala, mesmo quando nada diz, Rafael teve problemas com jovens mais velhos e de maior porte que o violentavam nos corredores da sua escola suburbana.

Na amaritude de uma infância violenta, Rafael volta-se para o mundo rural como último reduto de manumissão, falhando, no entanto, nas provas básicas do dia-a-dia campesino, especialmente na clara estupefação perante a proveniência do faveco.

Fazendo amizades com gentes da terra, Rafael demonstra sempre complexos de superioridade face aos seus pares, saindo apenas traído pela sua própria estupidez. Chegando a perder as dileções criadas ao longo do tempo.

Não se saindo mais ditoso no campo do amor, Rafael tem desilusões causadas, talvez, pela sua estranha abordagem a este sentimento tão nobre.

Dotado de uma particular ausência de romantismo, Rafael, ao contrário da sua terra natal, não vinga neste mundo amoroso, chegando mesmo a fazer declarações amorosas – obviamente sem sucesso – nos chats de famosas redes sociais.

Com uma escrita singularmente semelhante à de tantos outros, Rafael destaca-se pela ironia ausente e tentativas frustradas de fazer composições textuais coerentes. Deixando insultos aos professores em testes e outros momentos de avaliação formal.

Detestado por uns, odiado por tantos outros, Rafael é sem dúvida um rapaz único, nem tanto em talento, mas em doses de estupidez concentradas.

Com uma estupidez congénita e um sentido de humor quimérico, Rafael tenta dizer em muitas palavras aquilo que não tem para dizer. Numa clara tentativa de imitar os mestres do humor do século XXI, Rafael surripia descaradamente chalaças de Ricardo Araújo Pereira, atuando incessantemente para fazer com que estas sejam um insulto a Nuno Markl, o seu ódio de estimação.

Autointitulando-se o criador do primeiro blogue trilingue exclusivamente em língua portuguesa, o quadro clínico de Rafael alastra-se para lá da realidade, contaminado também o blogue, retrato perfeito da atormentada mente do autor.

Génio literário ou simplesmente um cómico incurável, Rafael ambiciona chegar a uma destas categorias através de qualquer meio, não temendo usar os outros, fazendo-os sofrer, para conseguir o que quer.

A obra de Rafael pode ser, à primeira vista enganadora, cativando o leitor através da sua própria ingenuidade, mas na verdade, Rafael aproveita-se disso e estupra o leitor sem qualquer proteção contra doenças venéreas. 

Esta obra é por isso, uma espécie de orgia humorística, em que nos sentimos assoberbados com uma vontade de a largar e olhar para o autor com repugnância. Mas é exatamente por isso que não conseguimos largar o blogue.

Não há uma história para contar, uma personagem para apoiar. Apenas nós e o Rafael, num clima extremamente íntimo na companhia de um fino retoque de javardice improvisada com recurso a banha de porco.
Dr. Tiago B. Mendonça
Pompoussass’ College da Universidade de Oxford

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04/04/2013

So you think you can blog

Este blogue passou as 69000 pageviews. Devo estar contente por isso? Sim. Isto é mérito meu? Não. Vou continuar a fazer perguntas destas e responder com Sim ou Não? Talvez.

Pois é, 69000 é um número bem bonito e redondinho e por isso deve ser festejado. E qual é a melhor forma de festejar este número? A melhor forma de o festejar é partilhando convosco um vídeo relacionado com o número 69. Não, nada disso. A melhor forma de o festejar é dar a hipótese a blogues recentes de terem alguma audiência.

E porquê isso agora? Quando criei o blogue, tive uma valente cunha. Ela encaminhou-me visitas como se não houvesse amanhã. E verdade seja dita, continua a encaminhar. E decidi dar oportunidade aos outros também de terem uma cunha. E a cunha sou eu. Sempre quis ser cunha de alguém. Este é o momento.

E como é que isso se faz? Não sei. Mas estava a pensar assim. O vosso blogue é recente, têm pouca gente, ninguém vos liga nenhuma, ninguém comenta. E aquilo que vocês dizem por lá é engraçado ou útil ou giro ou atual ou com qualidade ou tudo isto e mais alguma coisa. Então o que é que vocês têm de fazer? Têm de fazer um post ou ir buscar um post anterior que vocês acham que mereça ser lido por mais gente.

Só isso? Calma. Esse post será publicado por mim com referência ao vosso blogue e aquilo que os comentadores deste blogue farão será, lá está, comentários. Mais ou menos assim:
- Escreves mesmo muito bem. Por onde tens andado este tempo todo?
- Isso está cheio de erros. Assim não vais lá.
- Muito bom. Ganhaste um novo seguidor.
- Tu deves ser contra o progresso, a pensar assim.
- Boa, gostei.
- Não concordo em nada com o que dizes.
- Espetáculo. Esse post podia muito bem ter sido escrito por mim.
- Que parvoíce...
- Já estou a seguir. Segue também o meu.
- LOL.

Regras, há? Claro que há regras. Há sempre. Vamos a elas:
- Regra nº1: Fazer um post ou ir buscar um que mereça ler lido;
- Regra nº2: Enviar o texto para romanticoaforca+i.think.i.can.blog@gmail.com;
- Regra nº3: Enviar o endereço do blogue;
- Regra nº4: Enviar número de seguidores do blogue;
- Regra nº5: Enviar número de seguidores do facebook (se houver);
- Regra nº6: Todos os posts serão publicados embora por ordem crescente de seguidores;
- Regra nº7: Se tiverem seguidores do blogue e do facebook, será usada a média para aferir a ordem;
- Regra nº8: Haverá uma página (aqui no blogue) dedicada ao posts publicados com links para os posts e para os respetivos blogues;
- Regra nº9: As regras podem ser acrescentadas, alteradas ou removidas. Basicamente, tipo, como na Casa dos Segredos;