31/07/2013

Mais uma volta

Hoje o percurso foi para o lado sul e como estava a andar bem, fui indo, fui indo. Só depois percebi que estava a andar bem porque tinha a meu favor o vento de nortada. O percurso inverso foi doloroso. Não bastasse ter a bicicleta perra, tinha agora o vento também contra mim. Até as descidas pareciam prémios de montanha de categoria. O prémio foi mesmo uma dor de rabo... de categoria.

O percurso.

O que este percurso tem de bom, é que as subidas e descidas são muito ligeiras, há sempre ciclovia, há rio, há mar e há também muita gente a praticar desporto. E também há umas esplanadas pelo meio onde se pode parar para beber uma fresquinha.

A foto a comprovar que estive lá.

Agora tenho de arranjar uma aplicação daquelas para importurnar os meus amigos do facebook e demonstrar-lhes que ando de bicicleta como se não houvesse amanhã.

29/07/2013

Fim de semana de bicicleta

Agora que os 6 meses de ginásio estão a chegar ao fim, há que me virar para outro tipo de desporto. Ora neste fim de semana, tinha a boa desculpa para pegar na bicicleta, coisa que já não fazia há uns 2 anos. A boa desculpa era ir ver os catamarãs junto ao cais de Gaia. E lá fui.

Deu para tirar duas fotografias, que se juntaram automaticamente numa só, e daí aparecerem duas embarcações iguais, que afinal são a mesma.



A minha bicicleta está perra, não trava bem e não tem amortecedores. Também não levei daqueles calçõezinhos almofadados porque os acho assim um bocado para o... coiso.
Depois de dois anos sem pegar na bicicleta, é oficial: dói-me o rabo.

27/07/2013

Sistemas políticos

Winston Churchill disse um dia que a democracia é a pior forma de governo excetuando todas as outras já testadas.

Mas na China existe só um partido, a população é sondada frequentemente, e as pessoas estão, em geral satisfeitas e otimistas. E acontece que "o partido" é uma das instituições políticas mais meritocráticas do mundo, onde apenas os melhores podem subir na hierarquia.

É um vídeo que vale mesmo a pena ver.



26/07/2013

Eu jah

Conheci esta canção agora mesmo e estava capaz de a ouvir em modo repeat durante umas boas horas. O problema é que o vídeo é igualmente bom e eu tenho que trabalhar, e trabalhar a rir é um bocado complicado.


Quem jah conhecia?

20/07/2013

Caturday


Por que razão há tantas imagens e vídeos de gatos? A explicação poderá estar neste vídeo.




E agora apeteceu-me mesmo partilhar uma foto do gato Leo com dois amigos:
- Um amigo de infância com quem anda sempre às lutas;
- Um amigo que já foi inimigo mas com quem agora tem um pacto de não agressão.

E agora, só tenho uma declaração a fazer: Tenham um fim de semana descansado.

19/07/2013

Na farmácia

Fui comprar uns medicamentos à farmácia e, na altura de pagar, os funcionários queixavam-se entre si a propósito do programa de cada terminal responder, às prestações.
E eu disse:
- Parece que é à vez.
E o farmacêutico:
- Estas empresas de informática são do piorio.
- Pois são, pois são.

17/07/2013

Porto forte


Sempre que vejo este outdoor nas ruas do Porto, imagino o seguinte diálogo entre duas crianças:
- Pôto, fote!
- Fote tu, pôto da meda.

Inspirado, claro, num diálogo fictício entre outras duas crianças:
- Gôdo!
- Gôdo, não! Fote!
- Fote tu, gôdo da meda.

15/07/2013

Defensores dos animais

Acho que nisto da defesa dos animais, as pessoas devem ser coerentes. Então não é que que puseram na arena burros e veados a enfrentar touros? (Eu não vi, mas ouvi dizer). Onde estão os defensores dos animais quando precisamos deles? Ok, provavelmente estariam a ver o BBVip e a porca da Cinha (não estou a chamar porca à Cinha; parece que ela tem mesmo uma porca).

13/07/2013

Casamentos à grande

Hoje casou-se um camionista aqui para estes lados. E como é que eu sei que era um camionista? É que ele e a noiva saíram da igreja, foram para o camião TIR e puseram-se a buzinar até que todas as pessoas da vizinhança viessem à janela ver o que se passava.

Nunca mais me queixo dos barulhos que em casa dos meus sogros.

11/07/2013

Está tudo bem

Depois da onda de calor que não nos deixou dormir praticamente durante 4 dias, decidimos migrar para casa dos sogros que é bem mais fresquinha.

E em casa dos sogros, há outros benefícios:
 - comida boa! (ainda que a que a Raquel faz seja também muito boa  (mesmo muito, espetacular, até));
 - estamos perto do mar e do rio;
 - um mundo por explorar para o gato, que até decidiu abrir as gavetas e tirar cá para fora as roupas íntimas da minha sogra (não fui eu que o ensinei, atenção);
 - não me deixam ajudar em praticamente nada (que pena).

Também há desvantagens:
 - gatos a miar durante toda a noite;
 - cães a ladrar durante todo o dia;
 - galos e perus (ou lá o que são) e toda uma fauna aviária a cantar a partir das 5h da manhã;
 - vizinhos que, quando falam, parece que usam um megafone;
 - internet limitada, e como estou a trabalhar, fica toda para mim.

Mas apesar de nos sentirmos bem aqui, a verdade é que não há nada como estar na nossa casinha, ou como se diz lá nos computadores, "There is no place like 127.0.0.1".

08/07/2013

Do calor e tal

Depois de dormir duas noites de boxers em casa dos sogros, hoje já nos nossos poisos, acho que vou dormir pelado (como diria o Bruno Aleixo).  Isto, se entretanto não me lembrar de encher a banheira de água fria e ir para lá dormir.

07/07/2013

Roda, roda, vira

Enquanto fui obrigado a ouvir o que estava a dar na televisão, ouvi o Roberto Leal com um tema cuja música é igual à dos Mamonas Assassinas. Eu pensava que a versão dos Mamonas era uma adaptação de alguma música do Roberto Leal. Afinal, não; afinal o Roberto Leal é que fez um canção em forma de homenagem com a música deles.

Eu, claro, continuo a preferir a versão dos Mamonas Assassinas.

Mamonas Assassinas - Vira-vira Roberto Leal - A Festa Ainda Pode Ser Bonita
Raiiios

Fui convidado pra uma tal de suruba,
Não pude ir, Maria foi no meu lugar
Depois de uma semana ela voltou pra casa,
Toda arregaçada não podia nem sentar.

Quando vi aquilo fiquei assustado,
Maria chorando começou a me explicar.
Dai então eu fiquei aliviado,
E dei graças a Deus porque ela foi no meu lugar

Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém
Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda,
E ainda não comi ninguém!

Oh Manoel olha só como eu estou
Tu não imaginas como eu estou sofrendo
Uma teta minha um negão 'arancou'
E a outra que sobrou está doendo

Oh Maria vê se larga de frescura
Que eu te levo no hospital pela manhã
Tu ficaste tão bonita monoteta
Mais vale um na mão do que dois no sutiã

Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém
Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda,
E ainda não comi ninguém!

bate o pé....

burrp (arroto)

hmm... bate o pé...

Oh Maria essa suruba me excita
Arrebita, arrebita, arrebita
Então vai fazer amor com uma cabrita
Arrebita, arrebita, arrebita
Mas Maria isto é bom que te exercita
Bate o pé, arrebita, arrebita
Manoel tu na cabeça tem titica
Larga de putaria e vá cuidar da padaria.

Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém
Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda,
E ainda não comi ninguém!

Vamos lá; todo mundo dançando raios! Todo mundo comigo! Uou, uou, uou, oh Maria si deu mal vamo lá!
Ai, como dói..
Roda, roda, vira, olha se roda bem
Mas que raio de festa que eu não encontro ninguém
Roda, roda, vira, olha se roda bem
Procurei por todo o lado, não há festa, não há fado
E não há nada pra ninguém.

Fui convidado para ir a uma festa
Um miúdo veio logo me avisar
Ele disse vou dançar a noite inteira
Com seus amigos, você não pode faltar.

Mas ao chegar fiquei assustado
Imaginava meus amigos lá também
Pois numa festa sem amigos ao meu lado
Não há festa não há fado, e não há nada pra ninguém.

Roda, roda, vira, olha se roda bem.
Mas que raio de festa que eu não encontro ninguém
Roda, roda, vira, olha se roda bem
Procurei por todo o lado, não há festa não há fado.
E não há nada pra ninguém.

Meus amigos vejam como eu estou
Nem imaginam como eu estou sofrendo
Ainda acho que a festa não acabou
Pois vão tocando que outra festa vai nascendo

Eu sinto falta dos amigos de verdade
Que bom seria se isso fosse mesmo agora
Onde no cais vai zarpando a amizade
O peito enche de saudade ao ver o barco ir embora.

Roda, roda, vira, olha se roda bem.
Mas que raio de festa que eu não encontro ninguém
Roda, roda, vira, olha se roda bem
Procurei por todo o lado, não há festa não há fado.
E não há nada pra ninguém.

Mas a festa ainda pode ser bonita...
Arrebita, arrebita, arrebita
Longe é perto para aquele que acredita
Arrebita, arrebita, arrebita
O pá estamos todos nesta fita
Arrebita, arrebita, arrebita
O sanfoneiro bota o fole pra mexer
Lá em cima ou lá embaixo outra festa vai nascer.

Roda, roda, vira, olha se roda bem...
Mas que raio de festa que eu não encontro ninguém
Roda, roda, vira, olha se roda bem
Procurei por todo o lado, não há festa não há fado.
E não há nada pra ninguém.

05/07/2013

A prova

Ontem quando cheguei a casa, a Raquel queixou-se que estava muito calor e perguntou como é que nós conseguíamos trabalhar sem ar condicionado. E eu perguntei-lhe se ela não tinha visto o post. Ela respondeu que sim, mas perguntou se aquilo era mesmo verdade. Entretanto houve mais comentários com dúvidas acerca da veracidade da coisa.

E sim, o post anterior foi mesmo verdade e até tirei uma foto. Como me estava a rir quando tirei a foto, esta ficou tremida, mas acho que dá para perceber que as calças estão mesmo para baixo.


Quando o calor aperta, todas as soluções são possíveis. O conceito de baixar as calças, pelos vistos, nem sempre é sinal de submissão. Às vezes, é mesmo só para arejar.

04/07/2013

Calor

Sabemos que a temperatura no escritório chega a um patamar insuportável e que afeta o raciocínio quando:
 - um colega pede permissão para baixar as calças e trabalhar de boxers;
 - aceitamos o pedido.

P.S. Tirei foto, mas há coisas que ninguém quer ver, certo?

03/07/2013

Ping-pong

Já vos falei há tempos que ando com bastante vontade de jogar ping-pong. Não só vos falei a vocês como aos colegas do trabalho.

Há algum tempo atrás, uma amiga deles colocou mesa de ping-pong no local de trabalho, e embora eu também a conheça, não tenho confiança para ir lá bater à porta para jogar uns desafios. Então, de quando em vez, questiono-os em relação a isso. "Quando é que lá vão ao escritório dela ver as instalações e, já agora, como quem não quer a coisa, mas até quer, aproveitamos para jogar um partida?" - pergunto eu. "Cala-te, não nos chateies outra vez com isso" - respondem eles.

Ora, hoje precisei de ficar em casa durante a tarde e avisei-os que não ia para o escritório. Depois do almoço, mandam-me algumas fotos em plena prática desportiva. Eu respondi-lhes dizendo que eles eram uns grandes camelos. Mas para ficar um pouco mais coerente com as fotos deles que mostrei há algum tempo atrás, deixo-vos a foto "tratada" que espelha melhor o que acho de cada um deles.


Como já vi que com eles não posso contar, lanço-vos o desafio. Há por aí alguém que queira jogar ping-pong comigo? (Jogo relativamente bem para alguém que nunca jogou federado, se é que isso importa)


02/07/2013

Ideia #1

Esta ideia tive hoje mesmo enquanto tomava um duche. É muito simples. A ideia é utilizar um contador na torneira da banheira para nos sensibilizarmos para o gasto de água enquanto tomamos banho.

Agora peguem nesta ideia, façam contadores baratinhos que eu depois publicito-os aqui no estaminé.

01/07/2013

Roubaste-me a ideia

Tenho um ficheiro onde vou guardando algumas ideias. Podem ser ideias para posts, para sites, para produtos, para concursos, para jogos. São ideias, portanto.

Acontece que de vez em quando alguém fala num assunto sobre o qual eu tinha tomado nota para falar também, e fico piurso a desejar-lhe todo o mal do mundo.

(Entretanto, agora mesmo, lembrei-me de um site para fazer macumbas online. Boa ideia, certo? As outras não são muito melhores. 1)

Mas outras vezes há em que vejo alguma coisa num blogue, leio até os comentários que lá estão e parece que me esqueço que li aquilo tudo. E digo "parece" porque o meu inconsciente absorve o que leio, ao mesmo tempo que o Alzheimer que vive com ele lhe dá um coça.

Isso aconteceu hoje com o post da inveja, que a Pippa Coco (que eu leio sempre "pipacocó") comentou dizendo que também já tinha falado aqui. Pois fui ver novamente e, de facto, já tinha lido, mas já não me lembrava, e constatei que tinha lido até os comentários. Ou seja, por vezes pensamos que estamos a ser originais mas estamos apenas a debitar coisas que vimos aqui e acolá. Depois nem fazemos referência a elas e a páginas tantas estamos nós a ser vítimas de macumba. (Por falar em macumbas, tenho uma ideia muito fixe. Depois conto.)

Conclusão: Sempre que tiverem uma ideia, concretizem-na, usem-na, vendam-na, falem dela. Não as deixem num ficheiro à espera do dia certo. Como diz o outro: "Se eu e tu tivermos uma maçã e a trocarmos entre nós, cada um fica com uma maçã na mesma. Se fizerem isso com ideias, cada um fica com duas."

Se calhar, vou começar a partilhar convosco umas ideias. Se vocês depois as concretizarem, e tiverem sucesso, no máximo, fico com inveja da boa ou com "quem-me-dera" de ter sido eu a concretizá-la. Se não tiverem sucesso, faço troça de vocês e pouco mais.

Vá, querem saber das minhas ideias ou querem dizer quais as vossas primeiro?

1 Podem dizer que é uma ideia parva porque online não funciona macumba nenhuma, mas aí eu pergunto quais as macumbas que funcionam offline. Pois.

Inveja, cobiça ou lá o que é

Este fim de semana fui ao casamento de um casal amigo. Tudo muito romântico, muito bem organizado e essas cenas todas. Mas o que me deixou de queixo caído foi saber que eles vão de lua de mel durante 40 (!) dias. Como se não bastasse, a viagem consiste em passar por vários destinos até que dão a volta ao mundo.

Ora atentem no mapa (roubadinho do blogue dela).

Ainda pus a hipótese de me oferecer para levar as malas, mas depois pousei o copo e parei de beber.

Mas digam-me, que sentimento é este de desejar muito algo que pertence a outros, sem lhes desejar mal?

Inveja não me parece.
inveja |â ou ê ou âi| 
s. f.
1. Desgosto pelo bem alheio.
2. Desejo de possuir o que outro tem (acompanhado de ódio pelo possuidor).
não ter inveja anão ser somenos; não ficar atrás de.

Cobiça também não.
cobiça 
s. f.
1. Desejo imoderado e inconfessável de possuir (o que, geralmente, não se merece).
2. Ambição.
3. Avidez.

Então o que é? Haverá alguma palavra que defina este meu sentimento ou vai ter de ser inventada?

quem-me-dera 
s. f.
1. Desejo de possuir o que outro tem (acompanhado de amizade pelo possuidor).

Exemplo 1:
 - Estás com dor de cotovelo.
 - Não, não estou. Estou com quem-me-dera.

Exemplo 2:
 - Tenho inveja da boa.
 - Isso não existe. Estás é com quem-te-dera.

Aceitam-se sugestões menos parvas.