Anteontem tentei jogar Call of Duty com o meu irmão. E digo tentei porque estivemos seguramente mais de 2 horas a tentar configurar IPs, firewalls, port-forwarding e outras coisas acabadas em ing. Não deu. Deitei-me tarde e frustrado.
Ontem lá conseguimos pôr a coisa a funcionar. Como eu não tenho experiência naquilo, estava sempre a morrer. Parecia tiro aos patos, mas só com um pato e o pato era eu. Ora tiros de sniper, ora facadas nas costas, ora granadas, ora granadas daquelas que deixam uma pessoa atormentada seguida de facada nas costas. Um festival, portanto.
Passados uns minutos, a Raquel decide fazer upload de um vídeo no youtube e a minha ligação ficou muito fraquinha. Como se não bastasse eu ser fraco no jogo, também a a minha internet estava fraquinha. Resultado: mais tiros de sniper, mais facadas nas costas, mais granadas e até mortes de helicóptero e de avião. Mas desta vez, sempre deu para jogar. Fui-me deitar. Deitei-me tarde e frustrado.
Tenho que arranjar um pato para jogar comigo.
30/04/2013
29/04/2013
Segredo
Agora que está na hora de ir para casa, e já não apetece trabalhar muito mais, deu-me para ver o resumo do jogo do Sporting. E o que é que eu descobri? Descobri que o segundo golo do Sporting - o golo da vitória - foi marcado em fora de jogo. É este o lance.
E até agora ainda não ouvi ninguém falar disso. E tenho uma teoria para isso. O Sporting sofreu umroubo desvio tão grande no último jogo que agora ninguém quer saber. Com um bocadinho de sorte, ainda vai ser beneficiado todos os jogos que faltam para compensar o jogo dos pássaros na capela.
Mas pronto, eu descobri isto, e partilho com vocês. Mas não é para contarem a ninguém, certo? Eu que oiça que vocês contaram a alguém. Só partilhei convosco porque vocês merecem saber Toda a Verdade.
E até agora ainda não ouvi ninguém falar disso. E tenho uma teoria para isso. O Sporting sofreu um
Mas pronto, eu descobri isto, e partilho com vocês. Mas não é para contarem a ninguém, certo? Eu que oiça que vocês contaram a alguém. Só partilhei convosco porque vocês merecem saber Toda a Verdade.
Olha, São Pedro...
Hoje acordei, olho pela janela e vejo a minha vizinha em trajes menores que está sol. Visto uma camisola fina e lá vou eu. Chego à rua, e está um frio do carártico! Agora estou aqui no trabalho cheio de frio. A minha irmã diz que está a nevar na Guarda. Eu só espero que o frio gelo não venha para estes lados.
Por isso, São Pedro, sempre que quiseres mandar frio como o de hoje, manda também umas nuvenzinhas, que isto assim é à má fé.
Por isso, São Pedro, sempre que quiseres mandar frio como o de hoje, manda também umas nuvenzinhas, que isto assim é à má fé.
28/04/2013
Dilema
O meu irmão anda a tentar convencer-me a jogar Call of Duty em rede. Tenho evitado a todo o custo. Entretanto, cedi às pressões e já o comprei online. Agora já sei que, se começo a jogar, vou viciar completamente. Por outro lado, é extremamente libertador mandar uns tirinhos ao final do dia. Mas a sensação que tenho é que se começo a jogar, os tiros não vão ser só uns tirinhos mas maratonas de tiros e os posts aqui vão ficar para segundo plano. Como não tenho andado com vontade de escrever, já tenho desculpa para não o fazer.
A primeira sessão está marcada para hoje à noite enquanto aqui ao lado ela se agarra à TV (mas isso agora não interessa nada).
A primeira sessão está marcada para hoje à noite enquanto aqui ao lado ela se agarra à TV (mas isso agora não interessa nada).
27/04/2013
Muito trabalho
No feriado de 25 de Abril dormi quase até ao meio-dia e à tarde estive a trabalhar. No dia 26, que era ponte, estive a trabalhar. Quando cheguei a casa, ainda trabalhei mais um bocado. Hoje o meu irmão precisou de ajuda num trabalho e estive a ajudá-lo a tarde toda. Agora já estou mais ou menos livre e o sol está a pôr-se, por isso já não vou fazer nada de jeito.
Sendo assim, vou ver o que há de tarefas domésticas para fazer. Não, estava a brincar.
Sendo assim, vou ver o que há de tarefas domésticas para fazer. Não, estava a brincar.
26/04/2013
So you think you can blog - Walking on the rainbow
Blogue: Walking on the rainbow
Post original: Menos mulheres, menos
Autora: Joaninha
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Menos mulheres, menos
Hoje o motorista do autocarro deu-me os Parabéns. Eu estive quase para dizer que não fazia anos, mas depois lá me lembrei... É Dia da Mulher.
Tenho uma relação de amor-ódio com este dia. Porque se é verdade que ele representa a luta pelos direitos das mulheres e as suas conquistas num mundo que se fazia de homens, também é verdade que, se este dia ainda é comemorado, é sinal de que algo ainda não está como deveria. A igualdade ainda não se faz sentir por todo o lado. Em alguns contextos as mulheres ainda são a excepção, e não a regra.
À parte disso, é um bocado triste ver a reacção de muitas mulheres perante este dia. Não partem um prato durante o resto do ano, mas neste dia decidem todas soltar a franga e ir para a rua mostrar como são independentes e emancipadas. É um bocadinho como as paradas gay. Não havia necessidade nenhuma de ir para a rua mostrar ao mundo, com escandaleira e figuras tristes, como se sentem felizes por a natureza lhes ter dado mais um cromossoma X. Há maneiras bem melhores, e essas sim, importantes, de o fazer.
E isto remete-nos para uma temática importante, e algo assustadora: no Dia da Mulher, mais propriamente na noite, os bares e discotecas rebentam pelas costuras, acolhendo dois tipos de espécimes:
- as mulheres que se produzem todas com outfits da Pimkie 6 tamanhos abaixo, se embebedam como gente grande e acabam a noite a dançar kizombada, e a roçar-se a tudo o que mexa, numa tentativa desesperada de encontrar uma pilinha para brincar esta noite;
- os homens esfomeados que vão tentar a sua sorte junto das sujeitas descritas acima (na maioria dos casos, é aqui inserida a ajuda do fiel amigo Casal Garcia, ou outro que tal).
E assim, digo eu, não se mostra nada, não se transmite nada, não se passa a imagem que se quer passar.
Pela parte que me toca, prefiro não pôr um pé fora de casa.
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Este post surge na sequência do passatempo So you think you can blog. Pretende-se dar espaço a blogues com poucos seguidores de darem a conhecer os seus dotes. Críticas tipo Ídolos são aceites. Críticas construtivas são bem-vindas. Visitas e novos seguidores ao blogue mencionado são super-bem-vindos.
Posts para totós - Ponte
Hoje a rubrica para totós fez ponte. E ponte que é ponte tem de ser atravessada. Por isso, o desafio é fazer com que a família passe a ponte sem que o tempo se esgote.
Boa ponte!
Boa ponte!
25/04/2013
Onde é que você estava no 25 de Abril?
Como eu ainda não era nascido, estava em dois sítios ao mesmo tempo, algures em África.
É engraçado que faltam poucos 25s de Abril até que haja mais gente que tenha nascido depois do que antes do 25 de Abril de 1974.
Em todo o caso, há muita gente que nasceu depois. Há aqueles que nasceram antes e não se lembram. Há aqueles que nasceram muito antes e não se lembram de nada, muito menos do 25 de Abril. Há outros que só se lembram do que lhes convém e prefeririam que o 25 de Abril não tivesse existido. E também há aqueles, muitos aliás (como eu), que se deixam dormir em democracia e se sujeitam a acordar num regime parecido ao anterior ao 25 de Abril.
É engraçado que faltam poucos 25s de Abril até que haja mais gente que tenha nascido depois do que antes do 25 de Abril de 1974.
Em todo o caso, há muita gente que nasceu depois. Há aqueles que nasceram antes e não se lembram. Há aqueles que nasceram muito antes e não se lembram de nada, muito menos do 25 de Abril. Há outros que só se lembram do que lhes convém e prefeririam que o 25 de Abril não tivesse existido. E também há aqueles, muitos aliás (como eu), que se deixam dormir em democracia e se sujeitam a acordar num regime parecido ao anterior ao 25 de Abril.
24/04/2013
Doar um rim
Hoje o pacote de açúcar que vinha com o café dizia "Doar um rim faz bem ao coração". Um rim é uma coisa um bocado... grande. Porque não começar por coisas mais simples?
Exemplos:
- "Doar cabelo faz bem ao cerebelo";
- "Doar sangue faz com que ninguém se zangue";
- "Doar esperma faz de ti menos palerma";
Enviado do meu Nokia 3310
Exemplos:
- "Doar cabelo faz bem ao cerebelo";
- "Doar sangue faz com que ninguém se zangue";
- "Doar esperma faz de ti menos palerma";
Enviado do meu Nokia 3310
23/04/2013
300
Chegámos aos 300 seguidores do facebook. Já só faltam 700 para a grande surpresa.
Entretanto, tiramos uma foto de grupo, boa?
Olha o passarinho!
3, 2, 1!
Transe
Ontem foi dia de cinema. O título do post, que é o nome do filme, não é o imperativo do verbo transar, embora o filme tivesse algumas cenas dignas desse nome.
Transe conta a história de um leiloeiro que se vê envolvido num assalto de um quadro. A coisa não corre como previsto e ele perde a memória sobre o sítio onde está o quadro. Depois, recorre a uma hipnoterapeuta para o encontrar.
No decorrer do filme nunca sabemos bem se estamos a testemunhar a realidade ou os pensamentos. E isso deixou-me um bocado confundido, ao ponto de querer ver o filme novamente. O final é surpreendente, e isso eu tenho a certeza que percebi.
Tem sustos. Tem unhas arrancadas. Tem nus integrais. Tem balázios na cabeça. Tem tiros nos tintins. E aguentei isso tudo.
A pontuação no IMDB é de 7.3 e acho que se ajusta àquilo que podemos esperar do filme.
Vejam aqui o trailer. Vejam aqui a informação no IMDB. Vejam no cinema a partir de dia 25 de abril.
Transe conta a história de um leiloeiro que se vê envolvido num assalto de um quadro. A coisa não corre como previsto e ele perde a memória sobre o sítio onde está o quadro. Depois, recorre a uma hipnoterapeuta para o encontrar.
No decorrer do filme nunca sabemos bem se estamos a testemunhar a realidade ou os pensamentos. E isso deixou-me um bocado confundido, ao ponto de querer ver o filme novamente. O final é surpreendente, e isso eu tenho a certeza que percebi.
Tem sustos. Tem unhas arrancadas. Tem nus integrais. Tem balázios na cabeça. Tem tiros nos tintins. E aguentei isso tudo.
A pontuação no IMDB é de 7.3 e acho que se ajusta àquilo que podemos esperar do filme.
Vejam aqui o trailer. Vejam aqui a informação no IMDB. Vejam no cinema a partir de dia 25 de abril.
22/04/2013
Ainda o Benfica - Sporting
Hoje no Facebook, os benfiquistas publicam o segundo golo. Foi uma grande jogada e um bom golo! Já os sportinguistas publicam os penálits que, supostamente, ficaram por marcar.
Eu, para tentar dar o exemplo, mostro as duas coisas.
Mas quando olho para os comentários que uns adeptos deixam dirigidos aos outros, fico a pensar que não há nada a fazer. É deixá-los a falar.
O futebol é uma paixão e as paixões deixam as pessoas com comportamentos irracionais.
Eu, para tentar dar o exemplo, mostro as duas coisas.
Mas quando olho para os comentários que uns adeptos deixam dirigidos aos outros, fico a pensar que não há nada a fazer. É deixá-los a falar.
O futebol é uma paixão e as paixões deixam as pessoas com comportamentos irracionais.
21/04/2013
Benfica vs Sporting
Achei o jogo bem disputado. À partida, não esperava que o Sporting ganhasse. Em todo o caso, o Benfica foi justo vencedor, mas apenas porque foi eficaz. O árbitro deixou jogar tanto ao ponto de não marcar faltas evidentes. E depois há os lances bastante duvidosos na área do Benfica que a serem marcados mudariam o rumo do jogo.
Em todo o caso, gostei da atitude dos jogadores do Sporting, que, apesar de muito jovens, demonstraram qualidade e maturidade.
Em todo o caso, gostei da atitude dos jogadores do Sporting, que, apesar de muito jovens, demonstraram qualidade e maturidade.
20/04/2013
Caturday
A minha vizinha tem facebook e postou uma foto do gato.
Só apetece fazer-lhe festinhas.
(Tudo mentira.)
Só apetece fazer-lhe festinhas.
(Tudo mentira.)
Melhores destinos para iniciar uma empresa
Parece que o Porto é uma das melhores cidades para iniciar uma empresa. Descubram aqui porquê.
E antes que dêem conta, aquele país a laranja não é a Jordânia.
19/04/2013
A minha mãe
Melhor que deixar um texto que a faria chorar ou babar se o lesse, deixo-vos uma foto do maior orgulho dela, os filhos.
Feliz aniversário, Mãe!
São ou não são bonitos estes filhos da mãe (da minha mãe) ?
Posts para totós - Programar a brincar
Por vezes, oiço comentários a dizer que gostavam de perceber mais de informática. E muitas vezes respondo que eu também gostava de perceber mais. Afinal de contas, todos nós gostaríamos de perceber mais de quase tudo.
Uma parte mais específica da informática é a programação. Mas para quem quiser aprender a programar, o arranque é difícil: é necessário perceber o que se quer fazer, escolher a linguagem mais indicada, aprender a sintaxe, montar um ambiente de desenvolvimento e... antes de começarem a fazer alguma coisa, já desistiram.
Há uns meses atrás, tive cá em casa um sobrinho (de 12 anos) durante uma semana e quando ele me perguntou o que eu fazia, disse-lhe que programava. Como ele quis saber um pouco mais, e para o entusiasmar, mostrei-lhe este jogo.
O jogo consiste em dar instruções ao boneco de forma a que ele chegue ao quadrado azul. Ali junto à seta amarela estão algumas instruções: ir em frente, ir em frente, ir em frente, virar à direita. Ou seja, ele há de ir em frente 3 quadrados e depois vira à direita. Claro que faltam as restantes instruções para o boneco chegar ao fim.
Os primeiros níveis são muito fáceis, mas depois tornam-se bastante complicados. O jogo encontra-se aqui.
Mas indiquei-lhe este jogo porque a programação acontece desta forma: damos instruções ao computador (o boneco, neste caso) para ele fazer as coisas com uma determinada sequência de forma a obter um resultado final. Divirtam-se!1
1Divirtam-se, mas depois do trabalho. Estou-vos a ver ;) 2
2Gosto tanto destas notinhas.
Uma parte mais específica da informática é a programação. Mas para quem quiser aprender a programar, o arranque é difícil: é necessário perceber o que se quer fazer, escolher a linguagem mais indicada, aprender a sintaxe, montar um ambiente de desenvolvimento e... antes de começarem a fazer alguma coisa, já desistiram.
Há uns meses atrás, tive cá em casa um sobrinho (de 12 anos) durante uma semana e quando ele me perguntou o que eu fazia, disse-lhe que programava. Como ele quis saber um pouco mais, e para o entusiasmar, mostrei-lhe este jogo.
O jogo consiste em dar instruções ao boneco de forma a que ele chegue ao quadrado azul. Ali junto à seta amarela estão algumas instruções: ir em frente, ir em frente, ir em frente, virar à direita. Ou seja, ele há de ir em frente 3 quadrados e depois vira à direita. Claro que faltam as restantes instruções para o boneco chegar ao fim.
Os primeiros níveis são muito fáceis, mas depois tornam-se bastante complicados. O jogo encontra-se aqui.
Mas indiquei-lhe este jogo porque a programação acontece desta forma: damos instruções ao computador (o boneco, neste caso) para ele fazer as coisas com uma determinada sequência de forma a obter um resultado final. Divirtam-se!1
1Divirtam-se, mas depois do trabalho. Estou-vos a ver ;) 2
2Gosto tanto destas notinhas.
18/04/2013
Pequenos gestos
Há uns anos atrás, um colega de trabalho anunciou que ia sair da empresa onde trabalhávamos. Perguntei-lhe para onde ia e ele disse que ia para Barcelona. Como tinha uma amiga a viver lá, partilhei os contactos. Quando ele foi para lá, segundo sei, foi muito bem recebido, conheceu logo muitos outros portugueses que lá estavam e eles tornaram-se amigos.
Passados uns tempos, esse colega foi para Londres e já lá está há uns dois anos. E agora, é esta minha amiga e o marido que vão de Barcelona para Londres e esse meu colega está a ajudá-los com a mudança e com muitas questões relacionadas com a nova cidade.
E eu fico contente porque aquele pequeno gesto de partilha de contactos já serviu para ajudar uns primeiro e agora os outros. Para além da relação de amizade que saiu dali.
Passados uns tempos, esse colega foi para Londres e já lá está há uns dois anos. E agora, é esta minha amiga e o marido que vão de Barcelona para Londres e esse meu colega está a ajudá-los com a mudança e com muitas questões relacionadas com a nova cidade.
E eu fico contente porque aquele pequeno gesto de partilha de contactos já serviu para ajudar uns primeiro e agora os outros. Para além da relação de amizade que saiu dali.
So you think you can blog - E a outra metade também
Blogue: E a outra metade também
Post original: Ensaio
Autora: Tânia
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Ensaio
Desde sempre existiu a necessidade de se dividir o Tempo em unidades distintas, de modo a ordenar sequências de eventos. O modo como os nossos antepassados concretizaram essa repartição é para nós um dado adquirido, mas será infalível?
Sabemos que um dia "foi feito" para ter vinte e quatro horas, cada hora teria sessenta minutos e assim por diante... Mas se isto fosse mesmo verdade, nunca nos queixaríamos do facto de a) o dia não ter sido longo o suficiente para cumprir todas as tarefas, ou b) o dia ter sido tão entediante/desesperante que parecia não ter fim.
Proponho que se oficialize uma forma de classificação do Tempo paralela à tradicional: o Tempo segundo os apaixonados e o Tempo segundo os não-apaixonados. É uma concepção muito simples e caso se pertença ao primeiro grupo é ainda mais fácil entender o conceito. (E para que não haja mal-entendidos é importante notar que se pode estar apaixonado de diferentes maneiras e feitios).
Quem já deu por si a desejar mais uns minutos perto de quem ama, a pensar que a manhã chegou muito cedo e não apetece acordar, a desiludir-se porque "oh-já-são-estas-horas?-a- conversa-estava-tão-boa-que-o- tempo-passou-a-correr"? Eu já, vezes sem conta. Este é o Tempo daqueles que são enamorados pela vida. A estes o Tempo nunca chega para mais um beijo, um sonho ou uma gargalhada.
Mas o que será que se sucede com os não-apaixonados? Para estas pessoas o Tempo decorre lentamente, parece até que não passa. É costume existirem queixas, suspiros e até refilam... mas nada acelera o seu Tempo. É natural, todo o Tempo parece demasiado quando se está "des-apaixonado". Se não gostamos de uma tarefa (ou de alguém) o Tempo dedicado a ela é sempre interminável. Mas cuidado. Este Tempo também surge quando no fim da linha está o nosso propósito: uma viagem de onze quilómetros torna-se infindável se vamos ter com o namorado; o relógio pára de funcionar quando a aula é aborrecida e o Verão se começa a insinuar...
Será então que apaixonados e não-apaixonados partilham unidades de Tempo? Creio que não. O que acontece é que faltar a uma aula porque a Primavera em breve termina e os dias estão mais quentes é estar-se "des-apaixonado" pela dormência e o desejo de se estar com a pessoa amada é estar-se "des-apaixonado" pela saudade.
Apaixonados e não-apaixonados não partilham o Tempo, não; apaixonados e não-apaixonados são um só.
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Este post surge na sequência do passatempo So you think you can blog. Pretende-se dar espaço a blogues com poucos seguidores de darem a conhecer os seus dotes. Críticas tipo Ídolos são aceites. Críticas construtivas são bem-vindas. Visitas e novos seguidores ao blogue mencionado são super-bem-vindos.
17/04/2013
Novo efeito Axe
Como ando muito de transportes públicos, é frequente pôr-me a jogar no telemóvel. Vou passando o tempo e consigo ouvir algumas pérolas que por ali se vão dizendo. Ultimamente, tenho trazido um livro e faço a viagem a ler. Agora, sempre que alguma conversa me faz rir, posso rir-me à vontade que vão pensar que me estou a rir do que estou a ler.
Mas o que eu notei mesmo a partir do momento em que comecei a ler, é que mais facilmente se sentam ao meu lado elementos do sexo feminino. Portanto, homens, esqueçam o Axe1 e levem um livrinho para irem lendo.
E agora, só para ver se a minha teoria bate certo, deixo uma pergunta para as meninas2. Mais facilmente se sentariam ao lado de um rapaz que vai a brincar com o telemóvel ou de um que vai a ler?
1 Não, a sério, não esqueçam. Já bem basta aqueles que nunca o usam.
2 Os meninos que gostam de meninos também podem responder, que aqui não há discriminações.
3 Estas notinhas são catitas.
4 Pronto, já chega.
Mas o que eu notei mesmo a partir do momento em que comecei a ler, é que mais facilmente se sentam ao meu lado elementos do sexo feminino. Portanto, homens, esqueçam o Axe1 e levem um livrinho para irem lendo.
E agora, só para ver se a minha teoria bate certo, deixo uma pergunta para as meninas2. Mais facilmente se sentariam ao lado de um rapaz que vai a brincar com o telemóvel ou de um que vai a ler?
1 Não, a sério, não esqueçam. Já bem basta aqueles que nunca o usam.
2 Os meninos que gostam de meninos também podem responder, que aqui não há discriminações.
3 Estas notinhas são catitas.
4 Pronto, já chega.
16/04/2013
Beijos
Há pessoas que se despedem com beijinhos. É normal.
Há pessoas que, ao telefone, se despedem dizendo "beijinhos". É normal.
Há pessoas que, ao telefone, mandam beijinhos para o ar. Não tão normal.
Há pessoas, pelos vistos, que beijam o telefone. Vi isso hoje e nem sei o que achar disso. Pode ser para o beijo chegar lá com mais força e sem interferências.
Há pessoas que, ao telefone, se despedem dizendo "beijinhos". É normal.
Há pessoas que, ao telefone, mandam beijinhos para o ar. Não tão normal.
Há pessoas, pelos vistos, que beijam o telefone. Vi isso hoje e nem sei o que achar disso. Pode ser para o beijo chegar lá com mais força e sem interferências.
15/04/2013
Função exponencial
Hoje o Google homenageia Leonhard Euler e este blogue vai atrás. Então deixo-vos uma piada matemática.
Numa festa de funções, todas as funções se divertiam menos uma - a função exponencial - que estava cabisbaixa a um canto. Quando as outras funções se aperceberam disso, foram ter com ela e perguntaram:
- Função exponencial, porque não te divertes connosco? Porque não te tentas integrar?
- Oh... Por mais que eu me tente integrar, fico sempre na mesma.
(Sim, terminou. A esta altura, era suposto estarem-se a rir. Se não perceberam, a piada está no facto do integral da função exponencial ser a própria função exponencial)
Numa festa de funções, todas as funções se divertiam menos uma - a função exponencial - que estava cabisbaixa a um canto. Quando as outras funções se aperceberam disso, foram ter com ela e perguntaram:
- Função exponencial, porque não te divertes connosco? Porque não te tentas integrar?
- Oh... Por mais que eu me tente integrar, fico sempre na mesma.
(Sim, terminou. A esta altura, era suposto estarem-se a rir. Se não perceberam, a piada está no facto do integral da função exponencial ser a própria função exponencial)
Segunda-feira começa bem
Pois que a vizinha do prédio em frente resolveu acordar mais ou menos à mesma hora que eu. Tomou o seu banhinho e andava ali pela casa dela apenas com uma toalha. Como o sol dá nas janelas dela, vê-se tudo ou quase tudo. Passou um creme pelas pernas; belo creme, diga-se. Depois, vestiu-se ao ponto de ver a bons olhos a roupa interior branquinha. Vestiu uma camisa, despiu-a. Vestiu outra e despiu-a. Vestiu a terceira (que se calhar até era a primeira) e ficou essa. Depois vestiu as calças.
Como é que eu sei isto tudo? É que ela tem um gato e ele estava na varanda. Então, tomei o pequeno almoço a olhar para o gato. Vesti-me a olhar para o gato. Lavei os dentes a olhar para o gato. A sorte é que aquilo é lá ao longe e não preciso de grande visão periférica.
Como é que eu sei isto tudo? É que ela tem um gato e ele estava na varanda. Então, tomei o pequeno almoço a olhar para o gato. Vesti-me a olhar para o gato. Lavei os dentes a olhar para o gato. A sorte é que aquilo é lá ao longe e não preciso de grande visão periférica.
14/04/2013
Rapidinhas de domingo
Hoje acordei relativamente cedo. Fui à janela para ver como estava o tempo, e não só estava muito bom tempo, como no prédio em frente estava uma moça de biquíni a apanhar sol. E até era bem jeitosa. Se isto se repetir, começo a acordar cedo mais vezes.
Depois fomos ao ginásio e quando estávamos a sair, ela pediu-me para eu me despachar no duche. Despachei-me o mais que pude, mas mesmo assim, saí depois dela. Como já não é a primeira vez que isso acontece, acho que começo a ficar preocupado. Estou ficar feminino ou é ela que está a ficar masculina?
Depois fomos ao ginásio e quando estávamos a sair, ela pediu-me para eu me despachar no duche. Despachei-me o mais que pude, mas mesmo assim, saí depois dela. Como já não é a primeira vez que isso acontece, acho que começo a ficar preocupado. Estou ficar feminino ou é ela que está a ficar masculina?
13/04/2013
PSY - Gentleman
O ponto alto deste vídeo é aos 0:57 em que ele apanha um pum com a mão e dá a cheirá-lo na cara da mulher. Mais gentleman é impossível.
12/04/2013
Publicidade
Quem gosta de futebol e viu todos aqueles documentários sobre os mundiais, lembra-se de ver este lance vezes sem conta. É uma grande jogada do Pelé, mas que não deu em golo.
Vai daí, a Volkswagen decidiu pegar nesse lance e mudar um pouco a história. O resultado foi este.
Quando a televisão do Sporting arrancar, e se quiserem pegar nesta ideia, vai haver muito material para publicidade.
Rotundas
Ontem a Joana falou aqui de rotundas. E lembrei-me de vos explicar como faço a rotunda da AEP quando quero ir para o Norte Shopping, vindo do Porto.
Quando está pouco trânsito, faço o trajecto descrito pelas setas a vermelho. Quando está muito trânsito, vou pelas setas a azul. Parece que vou dar uma grande volta, e sim, é de facto, uma grande volta, mas como a fila da esquerda anda mais depressa, acaba por compensar.
Agora não contem nada a ninguém porque eu quero que a fila da esquerda continue a andar mais depressa.
Posts para totós - Google Analytics
É verdade que o Blogger já tem uma secção de estatísticas. Dá para ver o número de visualizações, as origens, os termos pesquisados e os locais. Mas pouco mais do que isso.
Por forma a ter informação com muito mais detalhe, existe o Google Analytics, que dá para fazer uns graficozinhos muito catitas como estes abaixo.
Por forma a ter informação com muito mais detalhe, existe o Google Analytics, que dá para fazer uns graficozinhos muito catitas como estes abaixo.
Visitas em tempo real - cri cri ... cri cri
11/04/2013
So you think you can blog - Verde Vermelho
Blogue: Verde Vermelho
Post original: Os condutores de rotundas
Autora: Joana
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Os condutores de rotundas
Eu sei que sou, por si só, estranha e, por isso, este post não vos deve deixar com grande estranheza em relação à minha pessoa, mas eu desenvolvi uma teoria sobre alguns condutores.
Para mim, é muito claro que existem condutores de rotundas, isto é, pessoas que são cromas a conduzir no geral, mas que são estupidamente nabiças nas rotundas. O que caracteriza estes seres? Ora bem, entre os nabiceiros de rotundas temos aqueles que o são sem o saberem e que acham que estão a fazer tudo conforme manda a lei - os nabiceiros por natureza - e os outros que se fazem passar por isso, com o intuito de bater (melhor, serem batidos) para arranjar aquela suposta batidela que não estava lá para ser arranjada há séculos e que só apareceu com o leve toque dado agora na rotunda - os nabiceiros por chico-espertice.
Os nabiceiros por natureza são aqueles que circulam sempre pela direita - porque se deve circular sempre pela direita, sem exceções, assim lhes ensinou algum instrutor bêbedo -, que saem nas suas saídas sem dar sinal que indique a quem vai atrás deles ou quem está na próxima entrada na rotunda o que esperar daquele veículo, e aqueles que circulam sempre no meio da rotunda com o pisca para a esquerda. Quanto a estes, parece-me que são casos perdidos e nada mais há a fazer. Buzinar e insultar não resulta, porque eles irão alegremente continuar a fazer a sua viagem, colados ao volante, sem olharem para o lado ou para qualquer outra coisa que não seja a frente, enquanto ouvem uma rádio regional a passar músicas de há 30 anos.
Os nabiceiros por chico-espertice são os piores e só me apercebi deles quando, há tempos, estive a falar com um elemento da GNR, que é pai de um dos meus alunos. Ora, estes seres são aqueles que se fazem de desentendidos e circulam sempre pela direita; não porque não saibam que não é assim que se circula, mas porque têm a intenção que lhes batam no carro. E saem sempre a ganhar, sabem porquê? Porque a lei portuguesa define cegamente que quem circula à direita tem sempre prioridade - mesmo nas rotundas. Por isso, por toda a razão do mundo que tenham, se baterem numa rotunda num carro à vossa direita, a culpa, mesmo não sendo, será sempre vossa, que circulam corretamente na faixa do meio e estão a preparar-se para fazer a aproximação à direita para sairem na saída seguinte. Como sempre, nestas coisas, há sempre quem seja esperto e desempenhe este papel de "cromo" para ter direito a algum arranjo no carro. Reparem bem da próxima vez e vejam lá se, por vezes, quem faz estes papéis, não é gente nova, com carros novos batidos ou com carros velhos a precisar urgentemente de uma "cirurgia".
Portanto, acho que estamos de acordo que a minha teoria faz sentido e tem razão de ser. Estes seres existem e não são "farinha do mesmo saco". Entre uns e outros, acho que tenho mais dificuldade em suportar os últimos, porque detesto pessoas com manha; vendo bem, os primeiros, depois de uma fase inicial de enervamento, até me divertem. E palhaços por palhaços, prefiro sempre os que me fazem rir.
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Este post surge na sequência do passatempo So you think you can blog. Pretende-se dar espaço a blogues com poucos seguidores de darem a conhecer os seus dotes. Críticas tipo Ídolos são aceites. Críticas construtivas são bem-vindas. Visitas e novos seguidores ao blogue mencionado são super-bem-vindos.
Debate
Era o principal debate para as eleições presidenciais. No dia seguinte, lá no trabalho à hora do lanche só se falava nisso. Começo a ouvir o meu colega e parecia que ele tinha visto um debate diferente do que eu tinha visto.
Dizia ele:
- O Soares ali a atacar com perguntas e o Cavaco não dizia nada de jeito.
E eu dizia:
- O Soares só fazia perguntas e nem o deixava falar. Parecia possuído. O Cavaco falou quando era a vez dele e não interrompeu ninguém.
- Não acho. Um debate quer-se com garra, com vontade.
- Eu acho que tem de haver sobretudo, educação.
- Não gosto nada do Cavaco. E ontem confirmei isso mais uma vez.
- Mas não achas que, para ti, a prestação do Cavaco foi má porque já tinhas uma ideia pré-concebida dele?
- E tu, não achas que a prestação do Soares foi má também por isso mesmo?
Pimba, lixou-me. Eu achava que a minha análise estava a ser isenta, mas o mais provável era estar a ser condicionada pela ideia que já tinha de cada um dos candidatos. O mais provável também era estar a acontecer exatamente a mesma coisa ao meu colega.
Por isso é que, hoje em dia, quando alguém me fala de política, gosto de saber em quem votaram nas últimas eleições e se são ou não militantes de algum partido. E se me dizem que o voto é secreto, respondo-lhes que a opinião deles também devia ser. Não digo, mas tinha piada.
(Os nomes dos candidatos são mais ou menos fictícios)
Dizia ele:
- O Soares ali a atacar com perguntas e o Cavaco não dizia nada de jeito.
E eu dizia:
- O Soares só fazia perguntas e nem o deixava falar. Parecia possuído. O Cavaco falou quando era a vez dele e não interrompeu ninguém.
- Não acho. Um debate quer-se com garra, com vontade.
- Eu acho que tem de haver sobretudo, educação.
- Não gosto nada do Cavaco. E ontem confirmei isso mais uma vez.
- Mas não achas que, para ti, a prestação do Cavaco foi má porque já tinhas uma ideia pré-concebida dele?
- E tu, não achas que a prestação do Soares foi má também por isso mesmo?
Pimba, lixou-me. Eu achava que a minha análise estava a ser isenta, mas o mais provável era estar a ser condicionada pela ideia que já tinha de cada um dos candidatos. O mais provável também era estar a acontecer exatamente a mesma coisa ao meu colega.
Por isso é que, hoje em dia, quando alguém me fala de política, gosto de saber em quem votaram nas últimas eleições e se são ou não militantes de algum partido. E se me dizem que o voto é secreto, respondo-lhes que a opinião deles também devia ser. Não digo, mas tinha piada.
(Os nomes dos candidatos são mais ou menos fictícios)
10/04/2013
Almoço
Eu sei que algumas pessoas estavam com saudades deste tipo de posts. Outras nem tanto. Mas como hoje foi diferente, cá vai.
Tem bom aspeto, certo? Certo. O que é certo é que, dada a minha inexperiência a comer sushi, a minha refeição podia ter corrido melhor. Primeiro, porque comer com os pauzinhos é coisa para me deixar nervoso. Segundo, porque o meu desconhecimento é quase total. Então, o que decidi comer em primeiro lugar? Não, não foi aquela coisa verde. Isso eu desconfiei que fosse picante e perguntei. Resolvi comer em primeiro lugar aquilo que está ali no canto superior direito. Era a coisa mais fácil de pegar com os pauzinhos e então cá vai disto. Supostamente, aquilo é algo para cortar o sabor. E sabe a... Sabão azul? Sabonete? Champô? Sabe mal, portanto. Mas já tinha "aquilo na boca" e não me queixei. Mastiguei e engoli. Resultado: estou aqui a processar a comida e, de vez em quando, vem-me um sabor esquisito a sabão.
O resto comeu-se bem e estava saboroso. Não me perguntem o que era. Sei que era peixe e arroz. O resto não faço ideia.
O restaurante tem nome de uma cidade japonesa que deu origem a um protocolo ambiental. É caro para almoçar todos os dias, mas quando saímos, tinha muita gente à espera de vez. É porque deve ser bom.
Pedir Likes
Ontem recebi um mail de uma menina que me pedia para divulgar a página do facebook. Essa página é sobre um negócio familiar que está a iniciar. Curioso como eu sou, fui espreitar. E uma das primeiras coisas que reparamos, é o número de likes. Não tinha essa informação. Estranhei. E não tinha essa informação porquê? Porque ainda ninguém tinha feito like. Como disse?
É verdade. Ia ser o primeiro. Dei meia volta. E dei meia volta porque antes de estarmos a pedir ajuda a "desconhecidos", devemos, em primeiro lugar, pedi-la aos amigos, aos conhecidos, aos amigos dos amigos mas ainda antes desses todos, a nós próprios.
Eu não gosto nada de pedir, mas pedir não tem mal. Acho é que devemos partir para o peditório quando já fizemos aquilo que está ao nosso alcance. E gosto de ajudar, mais do que isso, não gosto de recusar ajuda. Porque assumo que quando me pedem, é porque realmente precisam.
Por isso, menina que me enviou esse tal email, se me estás a ler, envia-me novamente o mail quando todos os teus familiares e amigos já tiverem feito a sua contribuição.
Passadas algumas horas, já tinha 3 likes. Menos mal.
Entretanto e um pouco a despropósito, não tenho recebido muitos posts do passatempo So you think you can blog. Eu sei que este blogue não é uma grande montra, mas os críticos são do best. Se não chegar mais nenhum entretanto, o próximo post será de um blogue que tem 27 seguidores.
E agora como diz O Humorista, podem fazer likes!
É verdade. Ia ser o primeiro. Dei meia volta. E dei meia volta porque antes de estarmos a pedir ajuda a "desconhecidos", devemos, em primeiro lugar, pedi-la aos amigos, aos conhecidos, aos amigos dos amigos mas ainda antes desses todos, a nós próprios.
Eu não gosto nada de pedir, mas pedir não tem mal. Acho é que devemos partir para o peditório quando já fizemos aquilo que está ao nosso alcance. E gosto de ajudar, mais do que isso, não gosto de recusar ajuda. Porque assumo que quando me pedem, é porque realmente precisam.
Por isso, menina que me enviou esse tal email, se me estás a ler, envia-me novamente o mail quando todos os teus familiares e amigos já tiverem feito a sua contribuição.
Passadas algumas horas, já tinha 3 likes. Menos mal.
Entretanto e um pouco a despropósito, não tenho recebido muitos posts do passatempo So you think you can blog. Eu sei que este blogue não é uma grande montra, mas os críticos são do best. Se não chegar mais nenhum entretanto, o próximo post será de um blogue que tem 27 seguidores.
E agora como diz O Humorista, podem fazer likes!
09/04/2013
Paintball
Há uns 15 aninhos atrás, trabalhava em part-time num ambiente praticamente académico. Pronto, foi no Instituto Pedro Nunes (IPN). A certa altura, para fomentar o espírito de equipa, decidiu-se organizar um Paintball. Como era o IPN que organizava, iam os colaboradores, mas também os professores da faculdade que lá tivessem projetos. Não era a primeira vez que jogava aquilo, mas não era nenhum expert.
Dá-se o início de uma prova em que fiquei numa equipa e um professor noutra. O professor era daqueles assim para o gordinho com muito por onde acertar. Passados uns minutos, vejo-o e acerto-lhe. Ele achou que não era muito justo a prestação dele ficar por ali e decide continuar. Acerto-lhe outra vez. Desta vez, ele topa-me e em vez de abandonar o jogo, decide ripostar. Eu continuo a disparar-lhe balas, ele acerta-me algumas vezes e eu acerto-lhe outras tantas vezes quatro. Digamos que foi até ficar sem balas. Entretanto, já eu e ele tínhamos o fato cheio de tinta e tivemos de abandonar. Houve mais algumas provas e fomos todos para casa.
Na semana seguinte encontrei esse professor à conversa com outro. Ele dizia: "Aquilo foi do piorio. Estou cheio de nódoas negras." Levanta a camisa para mostrar e... Bem, ele tinha a pele muito clara e talvez por isso se notasse mais, mas aquilo não eram nodoazinhas, aquilo eram valentes bolas azuis de sangue pisado. O outro professor horrorizado a perguntar-lhe "Mas quem é que te fez isso?" e ele "Eu sei lá. Estava mascarado. Não sei quem foi. Foi um qualquer." Ups.
Lembrei-me disto porque a minha mulher contou-me há dias que nunca tinha feito. Ontem foi a Pippa Coco que disse que não queria morrer sem experimentar. Já o professor... nunca mais o vi... nas provas de Paintball.
08/04/2013
2 Coelhos
Ontem estava a dar na internet o filme 2 Coelhos. Comecei a vê-lo por volta das 22h30. A transmissão estava tão lenta e o filme estava tão bom que só o acabei de ver às 2h30 da manhã.
Nota futura para mim mesmo: Mais vale gravar do que ver em direto.
O filme é brasileiro. Chama-se 2 Coelhos porque o protagonista tenta matar 2 Coelhos com uma só cajadada. A história é contada na primeira pessoa, à semelhança do Cidade de Deus e fala sobre um jovem que depois de um grave acidente de automóvel que vitima duas pessoas, escapa à justiça usando da influência de um deputado. Mas ele tem um plano contra esse deputado e criminosos que estão constantemente a conseguir fugir à justiça. O plano é... Ah não posso contar.
Diz assim na wikipedia: "[...] O filme caracteriza-se pelas inovações não muito comuns no cinema brasileiro, incluindo explosões, animações, elaborados efeitos visuais e referências de cultura pop. O filme também possui um roteiro elaborado e intrigante com uma narrativa não-linear que leva o espectador a um final inesperado." Curiosos?
Mas antes disso também eu matei dois coelhos de uma só cajadada. Primeiro estava a dar o Sócrates de um lado e o Marcelo do outro. Pimba, mudei para a Eurosport. Depois estava a dar A tua cara não me é estranha de um lado e Vale tudo do outro. Pimba, desliguei a televisão.
Nota futura para mim mesmo: Mais vale gravar do que ver em direto.
O filme é brasileiro. Chama-se 2 Coelhos porque o protagonista tenta matar 2 Coelhos com uma só cajadada. A história é contada na primeira pessoa, à semelhança do Cidade de Deus e fala sobre um jovem que depois de um grave acidente de automóvel que vitima duas pessoas, escapa à justiça usando da influência de um deputado. Mas ele tem um plano contra esse deputado e criminosos que estão constantemente a conseguir fugir à justiça. O plano é... Ah não posso contar.
Diz assim na wikipedia: "[...] O filme caracteriza-se pelas inovações não muito comuns no cinema brasileiro, incluindo explosões, animações, elaborados efeitos visuais e referências de cultura pop. O filme também possui um roteiro elaborado e intrigante com uma narrativa não-linear que leva o espectador a um final inesperado." Curiosos?
Mas antes disso também eu matei dois coelhos de uma só cajadada. Primeiro estava a dar o Sócrates de um lado e o Marcelo do outro. Pimba, mudei para a Eurosport. Depois estava a dar A tua cara não me é estranha de um lado e Vale tudo do outro. Pimba, desliguei a televisão.
07/04/2013
Ela, os animais e eu
Hoje depois do ginásio fomos comer uma sandocha ao sítio do costume. E no caminho encontramos sempre um cãozinho muito sossegado que pertence aos arrumadores de serviço.
Diz ela:
- Havíamos de comprar ração para o cão.
- Então mas nunca dás nada aos arrumadores e vais dar ao cão?
- Pois. Acho que gosto mais dos animais do que das pessoas.
- Sim, já tinha reparado nisso em casa.
Diz ela:
- Havíamos de comprar ração para o cão.
- Então mas nunca dás nada aos arrumadores e vais dar ao cão?
- Pois. Acho que gosto mais dos animais do que das pessoas.
- Sim, já tinha reparado nisso em casa.
06/04/2013
2 contra 1
Hoje tentámos dar um comprimido desparasitante ao Leo. Era eu e a Raquel contra o Leo. Eu armado em Cesar Milan (do Encantador de Cães) com técnicas de psicologia canina mais ou menos adaptadas à felina. A Raquel com snacks que ele gosta. E o Leo com o seu mau feitio.
Resultado:
- Leo 5, Eduardo 1, Raquel 1.
Ficha de jogo:
- Leo: 5 snacks comidos. 3 deles de penálti.
- Raquel: 1 arranhadela.
- Eduardo: 1 arranhadela.
E o comprimido ficou por tomar.
Resultado:
- Leo 5, Eduardo 1, Raquel 1.
Ficha de jogo:
- Leo: 5 snacks comidos. 3 deles de penálti.
- Raquel: 1 arranhadela.
- Eduardo: 1 arranhadela.
E o comprimido ficou por tomar.
05/04/2013
So you think you can blog - Estupidez Aleatória
Blogue: Estupidez Aleatória
Post original: Random Explanation
Autor: Rafael
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Random Explanation
Nenhuma estupidez pode ser entendida se houver lacunas quanto à integração do estúpido.
O estúpido, na pessoa do Rafael, é alguém assumidamente parvo. O Rafael não sabe ainda o que é ser gente e por isso ganhou o cognome supracitado.
Não pense o Leitor que uma alcunha desta envergadura se alcança de um dia para o outro, nada disso, o Rafael passou, ao longo da sua vida, por várias provações que reforçaram a ideia inicial da criança sem grandes chances de sobreviver num mundo onde a socialização é fundamental. É aliás na socialização que a estupidez do Rafael mais se exalta.
Desde cedo que o Rafael mostrou uma grande falha naquela coisa a que muitos chamam de “fazer amigos”. As culpas não podem ser atribuídas, mas se pudessem, a estupidez inata deste rapaz figuraria no topo das culposas.
Nascido no seio de uma nobre família, de raízes em ícones literários da língua portuguesa, Rafael nunca fez jus à sua herança intelectual, atacando-a com pujança e estupidez.
Descendente de um caixeiro-viajante que se deitava em todas as camas da Península Ibérica e Ilhas Britânicas, Rafael não legou, por ora, a capacidade do seu tetra-avô, um playboy totalmente equipado.
Recebeu, no entanto, genes britânicos que criaram nele uma estranha dileção pela Rainha Isabel II e um certo bem-querer pelo Reino Unido. Detentor de um inglês perfeito e de uma frieza bretã mais gelada que o mapa cor-de-rosa, Rafael reúne em si todas as apetências para se tornar num cidadão daquele Estado.
Portador de uma figura algo aterradora, Rafael nunca teve caminhos claros nas amarguras da socialização. Com falhas graves ao nível de toda e qualquer competência social, Rafael esteve largos anos sem saber o que era o outro. Não sendo, no entanto, o único na sua incestuosa família a carecer destas proficiências, é sem dúvida o caso mais grave e digno de registar.
Nados em berço de primos, todos os membros da família de Rafael possuem uma feição um tanto inibidora de tentativas de confabulação por parte dos outros indivíduos – o que, sem dúvida, fomentou as relações intrafamiliares – no entanto sempre conseguiram, com particular apetência, relacionar-se com o mundo exterior melhor que o jovem Rafael de então e de ora.
As dificuldades revelam-se, principalmente, no momento em que Rafael nasceu, dizem os médicos que o retiraram do ventre materno que o jovem Rafael limitou-se a olhar com ar altaneiro para aqueles que o trouxeram ao mundo, não proferindo um único som. Após um período de isolamento, regressou para perto da parentela que o acolheu com receio – as diferenças entre Rafael e o resto da família serrana eram evidentes.
Integrado com dificuldade no seio de uma família de parentes de Camilo Castelo Branco, Rafael lidou desde cedo, com racismo e antissemitismo. Convertido à força ao catolicismo (religião que abandonou assim que vieram as primeiras poluções noturnas), Rafael cumpria todos os rituais que aquela religião preceitua.
Cresceu no meio dos carris da Linha de Sintra, Rafael sempre conheceu o mundo do crime, especialmente o lado da vítima. Chegando a ser assaltado cerca de 8,3 vezes por dia, facto que, pode ter contribuído para o seu asco a nados africanos.
Já aos oito anos o Rafael mostrava uma completa ignorância pelo bem-estar dos outros, seguindo, devagarinho os passos de um qualquer serial killer. Como exemplo podia citar aquela vez em que o jovem Rafael atirou o primo de um muro abaixo, abrindo-lhe o crânio, mas isso seria uma minimização da atitude altiva que este indivíduo sempre demonstrou para com o outro.
Filho de um pai ausente e alcoólico, o jovem Rafael cresceu num ambiente propício à falha, uma incubadora de estupidez indissociável à personagem de que falo. Apanhou a sua primeira bebedeira aos dez anos, com o primo cuja cabeça havia sido esmagada contra o cimento, indo aproveitar o alcoolismo para as praias da Linha de Cascais numa madrugada do Verão de 2005.
O comportamento errático de Rafael não se limita a cabeças partidas e garrafas de bebidas espirituosas na Praia dos Pescadores, o jovem Rafael sempre gostou de ir mais longe, chegando mesmo a níveis próximos das recomendações de internamento em instituições psiquiátricas.
Manipulador, incongruente e um tanto ou quanto burro, o Rafael nunca foi bem-sucedido nas suas investidas contra a dura vida da socialização. Mesmo apesar da sua inata capacidade de, através das palavras, fazer os outros acreditar que sabe do que fala, mesmo quando nada diz, Rafael teve problemas com jovens mais velhos e de maior porte que o violentavam nos corredores da sua escola suburbana.
Na amaritude de uma infância violenta, Rafael volta-se para o mundo rural como último reduto de manumissão, falhando, no entanto, nas provas básicas do dia-a-dia campesino, especialmente na clara estupefação perante a proveniência do faveco.
Fazendo amizades com gentes da terra, Rafael demonstra sempre complexos de superioridade face aos seus pares, saindo apenas traído pela sua própria estupidez. Chegando a perder as dileções criadas ao longo do tempo.
Não se saindo mais ditoso no campo do amor, Rafael tem desilusões causadas, talvez, pela sua estranha abordagem a este sentimento tão nobre.
Dotado de uma particular ausência de romantismo, Rafael, ao contrário da sua terra natal, não vinga neste mundo amoroso, chegando mesmo a fazer declarações amorosas – obviamente sem sucesso – nos chats de famosas redes sociais.
Com uma escrita singularmente semelhante à de tantos outros, Rafael destaca-se pela ironia ausente e tentativas frustradas de fazer composições textuais coerentes. Deixando insultos aos professores em testes e outros momentos de avaliação formal.
Detestado por uns, odiado por tantos outros, Rafael é sem dúvida um rapaz único, nem tanto em talento, mas em doses de estupidez concentradas.
Com uma estupidez congénita e um sentido de humor quimérico, Rafael tenta dizer em muitas palavras aquilo que não tem para dizer. Numa clara tentativa de imitar os mestres do humor do século XXI, Rafael surripia descaradamente chalaças de Ricardo Araújo Pereira, atuando incessantemente para fazer com que estas sejam um insulto a Nuno Markl, o seu ódio de estimação.
Autointitulando-se o criador do primeiro blogue trilingue exclusivamente em língua portuguesa, o quadro clínico de Rafael alastra-se para lá da realidade, contaminado também o blogue, retrato perfeito da atormentada mente do autor.
Génio literário ou simplesmente um cómico incurável, Rafael ambiciona chegar a uma destas categorias através de qualquer meio, não temendo usar os outros, fazendo-os sofrer, para conseguir o que quer.
A obra de Rafael pode ser, à primeira vista enganadora, cativando o leitor através da sua própria ingenuidade, mas na verdade, Rafael aproveita-se disso e estupra o leitor sem qualquer proteção contra doenças venéreas.
Esta obra é por isso, uma espécie de orgia humorística, em que nos sentimos assoberbados com uma vontade de a largar e olhar para o autor com repugnância. Mas é exatamente por isso que não conseguimos largar o blogue.
Não há uma história para contar, uma personagem para apoiar. Apenas nós e o Rafael, num clima extremamente íntimo na companhia de um fino retoque de javardice improvisada com recurso a banha de porco.
Dr. Tiago B. Mendonça
Pompoussass’ College da Universidade de Oxford
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Este post surge na sequência do passatempo So you think you can blog. Pretende-se dar espaço a blogues com poucos seguidores de darem a conhecer os seus dotes. Críticas tipo Ídolos são aceites. Críticas construtivas são bem-vindas. Visitas e novos seguidores ao blogue mencionado são super-bem-vindos.
Morangos
A minha irmã contava-me que agora tem uma horta e que tem 80 morangueiros. E eu disse logo que morangos é uma coisa boa de se ter. Até porque, ultimamente, é quase a única fruta que tenho comido.
Então ela diz-me que eu também podia pôr uns morangueiros na minha varanda. Diz-me ela:
- Queres que te ensine?
- Eu não. Eu quero é os morangos.
Há que ser razoável... Ninguém come os morangos todos de 80 morangueiros. E para não se estragarem, devemos distribuí-los. E em primeiro lugar, claro está, à família que vive na urbe e que não tem, nem tempo, nem espaço, nem engenho e... nem vontade.
Então ela diz-me que eu também podia pôr uns morangueiros na minha varanda. Diz-me ela:
- Queres que te ensine?
- Eu não. Eu quero é os morangos.
Há que ser razoável... Ninguém come os morangos todos de 80 morangueiros. E para não se estragarem, devemos distribuí-los. E em primeiro lugar, claro está, à família que vive na urbe e que não tem, nem tempo, nem espaço, nem engenho e... nem vontade.
Posts para totós - Dropbox
Dropbox é uma aplicação que permite partilhar ficheiros entre vários computadores / dispositivos. Espero que isto não seja novidade para ninguém.
Mas uma boa utilidade que tem esta aplicação é a de podermos guardar ficheiros na pasta pública que poderão ser acedidos de qualquer lado, inclusivamente, do nosso blogue.
Por exemplo, se eu pretender que que uma imagem fique ali em baixo do lado direito (como está agora, diga-se), o que tenho a fazer é simples: coloco-a na pasta pública e depois copio o endereço público dela para o clipboard (como se fizesse ctrl+c).
No Blogger, só tenho de adicionar uma imagem com esse endereço (ctrl+v). Se pretender alterar a imagem, apenas tenho de a alterar localmente (ou seja, na minha máquina) sem ser necessário voltar a fazer upload do ficheiro. Isto é válido para imagens, mas para qualquer tipo de ficheiro que queiramos ter disponível para todos.
Como os ficheiros que são colocados na pasta pública são sincronizados com um servidor central, ficam sempre disponíveis mesmo que desliguemos o nosso computador.
04/04/2013
Moscas
Cheguei a casa e ela:
- O Leo já apanhou duas moscas e comeu-as.
Passado um bocado:
- Vou deixar a janela um bocado aberta a ver se entram mais moscas.
- Ãh?
Toda a gente detesta ter moscas em casa, mas aqui é motivo de alegria.
- O Leo já apanhou duas moscas e comeu-as.
Passado um bocado:
- Vou deixar a janela um bocado aberta a ver se entram mais moscas.
- Ãh?
Toda a gente detesta ter moscas em casa, mas aqui é motivo de alegria.
So you think you can blog
Este blogue passou as 69000 pageviews. Devo estar contente por isso? Sim. Isto é mérito meu? Não. Vou continuar a fazer perguntas destas e responder com Sim ou Não? Talvez.
Pois é, 69000 é um número bem bonito e redondinho e por isso deve ser festejado. E qual é a melhor forma de festejar este número? A melhor forma de o festejar é partilhando convosco um vídeo relacionado com o número 69. Não, nada disso. A melhor forma de o festejar é dar a hipótese a blogues recentes de terem alguma audiência.
E porquê isso agora? Quando criei o blogue, tive uma valente cunha. Ela encaminhou-me visitas como se não houvesse amanhã. E verdade seja dita, continua a encaminhar. E decidi dar oportunidade aos outros também de terem uma cunha. E a cunha sou eu. Sempre quis ser cunha de alguém. Este é o momento.
E como é que isso se faz? Não sei. Mas estava a pensar assim. O vosso blogue é recente, têm pouca gente, ninguém vos liga nenhuma, ninguém comenta. E aquilo que vocês dizem por lá é engraçado ou útil ou giro ou atual ou com qualidade ou tudo isto e mais alguma coisa. Então o que é que vocês têm de fazer? Têm de fazer um post ou ir buscar um post anterior que vocês acham que mereça ser lido por mais gente.
Só isso? Calma. Esse post será publicado por mim com referência ao vosso blogue e aquilo que os comentadores deste blogue farão será, lá está, comentários. Mais ou menos assim:
- Escreves mesmo muito bem. Por onde tens andado este tempo todo?
- Isso está cheio de erros. Assim não vais lá.
- Muito bom. Ganhaste um novo seguidor.
- Tu deves ser contra o progresso, a pensar assim.
- Boa, gostei.
- Não concordo em nada com o que dizes.
- Espetáculo. Esse post podia muito bem ter sido escrito por mim.
- Que parvoíce...
- Já estou a seguir. Segue também o meu.
- LOL.
Regras, há? Claro que há regras. Há sempre. Vamos a elas:
- Regra nº1: Fazer um post ou ir buscar um que mereça ler lido;
- Regra nº2: Enviar o texto para romanticoaforca+i.think.i.can.blog@gmail.com;
- Regra nº3: Enviar o endereço do blogue;
- Regra nº4: Enviar número de seguidores do blogue;
- Regra nº5: Enviar número de seguidores do facebook (se houver);
- Regra nº6: Todos os posts serão publicados embora por ordem crescente de seguidores;
- Regra nº7: Se tiverem seguidores do blogue e do facebook, será usada a média para aferir a ordem;
- Regra nº8: Haverá uma página (aqui no blogue) dedicada ao posts publicados com links para os posts e para os respetivos blogues;
- Regra nº9: As regras podem ser acrescentadas, alteradas ou removidas. Basicamente, tipo, como na Casa dos Segredos;
Pois é, 69000 é um número bem bonito e redondinho e por isso deve ser festejado. E qual é a melhor forma de festejar este número? A melhor forma de o festejar é partilhando convosco um vídeo relacionado com o número 69. Não, nada disso. A melhor forma de o festejar é dar a hipótese a blogues recentes de terem alguma audiência.
E porquê isso agora? Quando criei o blogue, tive uma valente cunha. Ela encaminhou-me visitas como se não houvesse amanhã. E verdade seja dita, continua a encaminhar. E decidi dar oportunidade aos outros também de terem uma cunha. E a cunha sou eu. Sempre quis ser cunha de alguém. Este é o momento.
E como é que isso se faz? Não sei. Mas estava a pensar assim. O vosso blogue é recente, têm pouca gente, ninguém vos liga nenhuma, ninguém comenta. E aquilo que vocês dizem por lá é engraçado ou útil ou giro ou atual ou com qualidade ou tudo isto e mais alguma coisa. Então o que é que vocês têm de fazer? Têm de fazer um post ou ir buscar um post anterior que vocês acham que mereça ser lido por mais gente.
Só isso? Calma. Esse post será publicado por mim com referência ao vosso blogue e aquilo que os comentadores deste blogue farão será, lá está, comentários. Mais ou menos assim:
- Escreves mesmo muito bem. Por onde tens andado este tempo todo?
- Isso está cheio de erros. Assim não vais lá.
- Muito bom. Ganhaste um novo seguidor.
- Tu deves ser contra o progresso, a pensar assim.
- Boa, gostei.
- Não concordo em nada com o que dizes.
- Espetáculo. Esse post podia muito bem ter sido escrito por mim.
- Que parvoíce...
- Já estou a seguir. Segue também o meu.
- LOL.
Regras, há? Claro que há regras. Há sempre. Vamos a elas:
- Regra nº1: Fazer um post ou ir buscar um que mereça ler lido;
- Regra nº2: Enviar o texto para romanticoaforca+i.think.i.can.blog@gmail.com;
- Regra nº3: Enviar o endereço do blogue;
- Regra nº4: Enviar número de seguidores do blogue;
- Regra nº5: Enviar número de seguidores do facebook (se houver);
- Regra nº6: Todos os posts serão publicados embora por ordem crescente de seguidores;
- Regra nº7: Se tiverem seguidores do blogue e do facebook, será usada a média para aferir a ordem;
- Regra nº8: Haverá uma página (aqui no blogue) dedicada ao posts publicados com links para os posts e para os respetivos blogues;
- Regra nº9: As regras podem ser acrescentadas, alteradas ou removidas. Basicamente, tipo, como na Casa dos Segredos;
03/04/2013
Olá, eu sou o Edu
O título deste post aparece a certa altura num anúncio de uma seguradora. Não sei qual é a seguradora - aliás, nem tenho a certeza que seja uma seguradora -, e só por isso, é um mau anúncio. Mas consegue ser ainda pior por ter essa mesma frase no seu conteúdo.
Obviamente que me chamou mais a atenção porque, em tempos, também eu fui o Edu. Eu não percebo nada de publicidade, mas acho que chamar a atenção é bom. Chamar a atenção por um mau motivo, é mau. Podem dizer que não há má publicidade, mas esta é mesmo má.
E agora, para um pouco mais de humilhação pública, deixo-vos as abreviaturas por que já passou o meu nome: Edu, Ado, Aduá, Adito, Dudu, Du. Se eu gosto de alguma delas, não, não gosto.
E agora, para a humilhação ser partilhada, deixem as vossas, e podem comentar anonimamente, desta feita com a(s) vossa(s) abreviatura(s).
Obviamente que me chamou mais a atenção porque, em tempos, também eu fui o Edu. Eu não percebo nada de publicidade, mas acho que chamar a atenção é bom. Chamar a atenção por um mau motivo, é mau. Podem dizer que não há má publicidade, mas esta é mesmo má.
E agora, para um pouco mais de humilhação pública, deixo-vos as abreviaturas por que já passou o meu nome: Edu, Ado, Aduá, Adito, Dudu, Du. Se eu gosto de alguma delas, não, não gosto.
E agora, para a humilhação ser partilhada, deixem as vossas, e podem comentar anonimamente, desta feita com a(s) vossa(s) abreviatura(s).
02/04/2013
E depois da preguiça...
... não é que fiz a barba, fui ao ginásio e já trabalhei um bom bocado? As coisas que o café faz...
Obrigado pela força que me deram e por terem insinuado que os homens são bons a inventar desculpas. Isso deu-me uma força extra. Ou não.
Entretanto, depois de tantos (?) pesos levantar, reparei que tenho calos em ambas as mãos. E isso já não acontecia desde os tempos da faculdade em que passava bastante tempo a jogar matraquilhos.
Talvez seja do tempo, talvez seja de ter corrido um pouco mais do que o habitual, o certo é que fiquei com uma dor no tendão d'Aquiles e é uma dor daquelas.
Obrigado pela força que me deram e por terem insinuado que os homens são bons a inventar desculpas. Isso deu-me uma força extra. Ou não.
Entretanto, depois de tantos (?) pesos levantar, reparei que tenho calos em ambas as mãos. E isso já não acontecia desde os tempos da faculdade em que passava bastante tempo a jogar matraquilhos.
Talvez seja do tempo, talvez seja de ter corrido um pouco mais do que o habitual, o certo é que fiquei com uma dor no tendão d'Aquiles e é uma dor daquelas.
Ainda a mudança de hora
Ontem deitei-me eram 2h, mas a última vez que vi as horas, eram quase 3h.
Hoje tinha o despertador para as 9h, mas só consegui acordar às 10h.
Estou com uma barba de 8 dias e não me apetece ir fazê-la.
Tenho de trabalhar e não me apetece.
Hoje é dia de ginásio e também não me apetece.
Queria fazer um post e saiu-me isto.
É tudo da mudança de hora. Só pode.
Hoje tinha o despertador para as 9h, mas só consegui acordar às 10h.
Estou com uma barba de 8 dias e não me apetece ir fazê-la.
Tenho de trabalhar e não me apetece.
Hoje é dia de ginásio e também não me apetece.
Queria fazer um post e saiu-me isto.
É tudo da mudança de hora. Só pode.
01/04/2013
É mentira, mentira
Hoje, se alguém vos tentar pregar uma mentira, respondam com o refrão da canção Mentira do Dino Meira.
É mentira, mentira
É tudo uma mentira
Não queiras dar ouvidos a quem fala por falar
É mentira, mentira
É pedra que se atira
Só falam por inveja, não vás acreditar
É mentira...
(se clicarem, vão parar diretamente ao refrão)
É mentira, mentira
É tudo uma mentira
Não queiras dar ouvidos a quem fala por falar
É mentira, mentira
É pedra que se atira
Só falam por inveja, não vás acreditar
É mentira...
(se clicarem, vão parar diretamente ao refrão)
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